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Imposto é maior sobre o aço brasileiro

Publicado por admin em 30 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

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Um estudo encomendado por empresas do setor siderúrgico dos EUA, Brasil, Alemanha, Turquia, Russia e China conclui que o aço brasileiro é um dos mais competitivos do mundo quando se avalia apenas o custo direto de produção, mas perde força e fica em último lugar ao sofrer o peso da carga de tributos brasileira.

O estudo foi divulgado pela Booz & Company e mostra que essa sobrecarga de impostos, muitos cobrados em cascata, tornam as empresas nacionais menos competitivas principalmente com relação aos países do oriente.

Os impostos que mais pesam na conta são o ICMS, aplicado sobre vendas, o IPI (sobre o processo de industrialização), o PIS e a Cofins (contribuições sociais). O percentual atinge o dobro e , em alguns casos, até o triplo, do montante cobrado nos demais países selecionados para a pesquisa realizada pela consultoria americana.

Os produtos que mais sofrem com os impostos altos são as bobinas laminadas a quente e os vergalhões de aço. O aço laminado é usado principalmente na fabricação de auto-peças, e serve como matéria prima para muitos itens como carrocerias, geladeiras, fogões e até itens de decoração. O vergalhão é usado principalmente na construção civil. O efeito dos tributos chega a elevar em 50% o preço do produto no Brasil. A bobina chega a ter elevação de 51% no preço e o vergalhão de 42,7%. A Russia tem o segundo índice mais alto: 22% e nos Estados Unidos apenas 10% do preço final é composto por impostos.

No Brasil, a Booz analisou o impacto do imposto de renda (IRPJ), CSLL, PIS e Cofins, ICMS, IPI, encargos trabalhistas, como fundo de garantia (FGTS), previdência (INSS), SAT e outros. Incluiu também IPTU (territorial urbano), IOF (sobre operações financeiras), AFRMM (taxa da Marinha Mercante) e ISS (taxa sobre serviços). “A lista é imensa”, afirma o presidente do IABr. Entre os cinco países pesquisados, o Brasil fica em último lugar quando o assunto é competitividade.

A exportação também é prejudicada. No caso brasileiro, abrange resíduos de ICMS e outros impostos. O custo tributário para venda de bobina a quente ao exterior chega a 12,7%, bem superior à média de 7,2% dos demais países. China e EUA são os que menos taxam para incentivar as exportações e o avanço sobre mercados externos. No primeiro semestre, as importações brasileiras de aço atingiram, 2,73 milhões de toneladas, alta de 148% sobre o mesmo período de 2009. Os analistas apontam que os resultados poderiam ter sido bem mais positivos, caso houvesse redução nos impostos.

Segmento de fundição cresce 53% no acumulado do ano

Publicado por admin em 20 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

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O mercado de fundição já cresceu 53% em 2010 se comparado com o primeiro semestre do ano anterior. Apesar desse crescimento em apenas sete meses, o bom resultado ainda não alcançou o de 2008 (período pré-crise), mas mostra uma boa recuperação do segmento de metais como siderurgia, metalurgia e indústria de fundição que foi fortemente prejudicada pela crise financeira internacional.

No primeiro semestre o processamento de metais chegou a 1,818 milhões de toneladas.

Em compensação, a exportação também obteve números expressivos no acumulado de 2010. Foram exportadas ao todo, só este ano, 239.818 toneladas, entre fundidos de aço, ferros e metais não ferrosos, o que representa 50,6% a mais do que o alcançado em 2009.

Esse crescimento em valores soma US$ 630,883 milhões só na exportação. Segundo Devanir Brichesi, presidente da Associação Brasileira de Fundição (Abifa), a América Latina tem se mostrado um mercado promissor para a exportação. “Para este ano, a expectativa da Abifa é de que o setor alcance U$ 10,3 bilhões, contra U$ 6,9 bilhões de 2009 e abaixo dos U$ 11 bilhões conquistados em 2008”, finaliza Brichesi.

Fonte: Diário do Comércio e Indústria

Evento discute Sustentabilidade no setor siderúrgico

Publicado por admin em 12 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

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‘Sustentabilidade: a chave para o crescimento responsável e economicamente viável’ será o tema das discussões do 31° Seminário de Balanços Energéticos Globais e Utilidades. O evento será realizado na próxima semana pela ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, no Recanto Park Hotel, em Foz do Iguaçu (PR).

Grandes profissionais de empresas do segmento como Usiminas e Arcelor Mittal, representantes da área pública e profissionais irão discutir 24 propostas feitas por empresários e acadêmicos para tornar o setor siderúrgico mais sustentável.

Especialistas discutem a questão já que o setor é um grande consumidor de energia elétrica e as atividades de extração, transformação (entre elas a fundição de metais ferrosos e não ferrosos) trazem grande impacto para o meio ambiente. Reaproveitamento de resíduos, diversificação da matriz energética e eficiência na produção serão um dos temas debatidos.

Temas do evento

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A programação dos eventos tem início na terça-feira, 17, com a realização do curso ‘Tratamento de Água na Siderurgia’. O treinamento abrange aspectos como corrosão, incrustação, deposição e microbiologia, impactos da água na operação de uma usina siderúrgica, coagulação e floculação, bem como o gerenciamento de recursos hídricos.

Entre os destaques dos eventos está a apresentação dos Balanços Energéticos 2009 das empresas V&M do Brasil, Gerdau Açominas, Usiminas Ipatinga e Usiminas Cubatão, ArcelorMittal Inox, ArcelorMittal Timóteo, ArcelorMittal Tubarão e CSN.

A Linde Gases será a empresa anfitriã dos eventos que contam ainda com o patrocínio da Grofe, Nalco, Servomex, White Martins, Gama Gases, Cryostar, TGM, EGSA do Brasil, ArcelorMittal, Tractebel Energia e Usiminas. Apoio: Iguassu Convention & Visitors Bureau, Capes e Abesco – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia.

Outras informações sobre o evento no site: www.abmbrasil.com.br

Vale irá comprar Paranapanema para entrar no mercado de cobre

Publicado por admin em 03 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

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Na última semana a Vale informou que irá expandir sua oferta de ações e seu próximo plano é comprar a Paranapanema, empresa líder na produção de cobre refinado no país. A Vale é uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo e seu grande objetivo é ser uma das líderes no mercado de cobre, diversificando seus negócios em outros segmentos.

A Vale anunciou que lançará um edital de oferta pública de compra de ações da companhia Paranapanema. Caso a adesão de acionistas corresponda a 50% das ações, a mineradora global poderá comprar até 100% do capital.

A Paranapanema possui uma capacidade de produção anual de 300.000 toneladas de cobre, além de obter o metal como subproduto do níquel extraído das minas de Sudbury e Voisey Bay, no Canadá. Esses fatores elevaram o valor para a compra da companhia, chegando a R$ 2.011 bilhões, mas só se houver a adesão de 100% dos investidores.

Informações Portal Exame.

Revista Fundição & Serviços visita a Fundição Estrela

Publicado por admin em 21 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

A Fundição Estrela, empresa especializada na fundição de metais não ferrosos, organizou no dia 14 de julho, uma visita às instalações da fábrica acompanhada dos profissionais da revista Fundição e Serviços.

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As atividades começaram com um vídeo institucional da Fundição Estrela apresentado por Sidney Pini, Gerente Industrial da empresa. Em seguida, o grupo foi conhecer a fábrica acompanhados por Pini e o supervisor de fundição, Patrocínio Rodrigues da Silva Jr.

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Todos os processos de fundição foram mostrados detalhadamente, desde a concepção de uma peça até o acabamento final, passando por todos os departamentos envolvidos. Entre todos os processos, o de microfusão foi o que mais chamou atenção dos visitantes.

Ao final da visita, Solange Zeppini, gerente de marketing do Grupo Zeppini, contou um pouco da história da empresa que comemora 60 anos neste mês.

Fórum de debates do setor minero-metalúrgico acontece no Rio de Janeiro

Publicado por admin em 13 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

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Congresso é o maior do segmento em toda a América Latina

Entre os dias 26 e 30 de julho acontece o 65º Congresso da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, considerado o maior fórum de debates do setor minero-metalúrgico da América Latina. O evento será realizado na cidade do Rio de Janeiro, no Hotel Intercontinental Rio, e sua abertura será no Theatro Municipal da cidade carioca. Os organizadores esperam receber centenas de empresários que atuam em empresas de fundição em suas mais diversas tecnologias.

O 65º Congresso da ABM discutirá sobre as melhores práticas implantadas pelas indústrias nas áreas de Fundamentos, Gestão, Processos e Produtos. Ao longo do evento, será apresentado o Plano de Geologia, Mineração e Transformação Mineral 2030 (Plano GMT 2030) do Ministério de Minas e Energia. O plano consiste em uma ferramenta estratégica, que deverá se constituir em um instrumento sinalizador para o setor privado produtivo e planejamento de longo prazo, assegurando seu desenvolvimento sustentável nos próximos 20 anos.

A programação técnica do 65º Congresso da ABM prevê a apresentação de 785 trabalhos, sendo 463 nas sessões técnicas do Congresso e os demais entre os eventos paralelos. Na feira serão realizadas mesa-redonda sobre “Propriedade intelectual e inovação tecnológica”, workshop “Aço Construindo a Copa 2014″, Expomet e visitas técnicas à Cenpes, Cepel, CSN e Inmetro.

Informações sobre o evento: www.abmbrasil.com.br

Pará terá nova siderúrgica até 2014

Publicado por admin em 29 Jun 2010 | sob: Sem Categoria

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Nesta semana começam as obras da nova siderúrgica que a Vale irá construir no Pará, com investimento de R$ 5,8 bilhões. A usina chamada de projeto Alpa (Aços Laminados Pará) irá produzir ferro bruto para atender o mercado internacional e também a demanda por ferro no Brasil.

A Alpa produzirá 2,5 milhões de toneladas de placas para exportação e 1,3 milhão de produtos laminados para atender aos mercados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, supridos hoje por importações.

Ao todo, a Vale irá investir R$ 23 bilhões nos próximos três anos nas usinas Alpa, no Pará, além de outra unidade no Ceará (em parceria com a Aço Cearense), Rio de Janeiro e Espírito Santo. Todas as usinas serão voltadas para a exportação de placas (aço bruto) a serem laminadas e transformadas em produtos acabados (bobinas, chapas finas etc.) no exterior.

Além do investimento na construção da unidade, a Vale anunciou também que irá expandir as linhas ferroviárias da Ferronorte (para chegar ao Centro-Oeste e a São Luís/MA), e viabilizar o transporte fluvial do ferro bruto pelo rio Tocantins (de Marabá até Belém e de lá até o Oceano Atlântico).

Com informações do Diário do Pará e Folha press

Produção de aço no Brasil sobe 50%

Publicado por admin em 24 Jun 2010 | sob: Sem Categoria

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Duas matérias nos jornais O Estado de S.Paulo e Valor Econômico destacam a alta na produção de aço pela indústria brasileira. De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr), a produção atingiu 2,856 milhões de toneladas no mês de maio, alta de 50,8% em relação ao ano passado, quando as empresas sofriam os impactos da crise financeira internacional.

Com o resultado, a produção de aço bruto no acumulado dos cinco primeiros meses do ano foi de 13,53 milhões de toneladas, uma alta de 56,9% sobre igual período do calendário anterior.

O relatório do IABr também destaca que as exportações cresceram 10,4% somando 654,8 mil toneladas, com destaque para a Ásia que consumiu boa parte do aço brasileiro. No total, o consumo de produtos siderúrgicos no Brasil somou 2,5 milhões de toneladas em maio, superando em 63,6% o volume do quinto mês do ano passado. No acumulado de janeiro a maio, o consumo brasileiro de aço teve acréscimo de 70,5%, para 11 milhões de toneladas.

Analistas apontam que a alta, no entanto, é resultado da recuperação do mercado que ficou fortemente prejudicado em 2009 por conta da crise internacional. Neste ano, é tendência a recuperação, que volta aos patamares de 2008 com uma leve recuperação.

Indústria de alumínio cresce no setor automobilístico

Publicado por admin em 16 Jun 2010 | sob: Sem Categoria

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Os materiais usados nos automóveis de hoje são bem diferentes se comparados com anos atrás. Nos carros antigos, era comum o emprego de fibra de coco no revestimento dos bancos, baquelite antes de surgir o plástico e muito metal cromado. Com o passar do tempo o plástico, a espuma e o alumínio ganharam espaço no setor automotivo.

O destaque está por conta do alumínio, um dos metais mais leves, que passa a ganhar espaço na fabricação de peças automotivas. Segundo dados da SAE Brasil (Sociedade de Engenharia da Mobilidade) o alumínio aumentou a participação no automóvel de 2,6% para 7,8%.

No futuro, o alumínio estará mais presente nas carrocerias e peças mecânicas, o que trará vantagens menor consumo de combustível e diminuição na emissão de poluentes ao meio ambiente.

Além disso, esse metal absorve duas vezes mais a energia de impacto em uma colisão, o que oferece o dobro de resistência em relação ao aço. O alumínio apresenta, também, outra qualidade fundamental, que é a capacidade de ser infinitamente reciclado sem perder suas características originais.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alumínio, o carro mais leve é o brasileiro, que carrega em média 45 kg de alumínio, seguido do europeu com 95 kg de componentes do material e o americano tem em torno de 127 kg.

Atualmente alguns motores de alto desempenho têm seus blocos de motores fabricados em alumínio, o que permite maior eficiência do trabalho de pistões e bielas. A tecnologia irá permitir, no futuro, que não apenas os motores mas outros itens do carro sejam fabricados em alumínio.

Em entrevista, Paulo Rogério fala sobre a Fundição Estrela

Publicado por admin em 31 Mai 2010 | sob: Sem Categoria

Fundição Estrela

Confira a entrevista de Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini, para o programa Coisas de Agora sobre a Fundição Estrela. O executivo falou dos 60 anos que a Fundição Estrela completa em 2010; sobre os avanços que a empresa teve em sua longa história; abordou detalhes sobre o processo de microfusão e sobre a participação da empresa na Feira da Mecânica.

O executivo destacou também o grande trabalho no desenvolvimento de diversas alternativas dentro do segmento, buscando sempre novas especialidades e soluções para os clientes. Veja a entrevista na íntegra, no canal fundição estrela do Youtube: http://www.youtube.com/fundicaoestrela.

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