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NÃO PARECE, MAS ISSO É UM POSTO DE COMBUSTÍVEL.

Publicado por admin em 17 Abr 2009 | sob: Informação

Eletroposto. Revista IstoÉ Dinheiro - Eletroposto. Revista IstoÉ Dinheiro

Para desenvolver o mercado de energia solar, uma empresa paulista cria uma estação de abastecimento para veículos elétricos.

LEIA EM ISTOÉ DINHEIRO.

Grupo Zeppini - Futuro mais do que presente

Publicado por admin em 10 Mar 2009 | sob: Informação

Companhia importa tecnologia de geração de energia e entra forte no mercado verde

Fernando Bella
Revista Livre Mercado

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Conversar com o diretor-executivo do Grupo Zeppini de São Bernardo, Paulo Rogério Fernandez, pode levar desavisados a interpretar suas idéias como as de um visionário. Ele fala de forma convincente das mudanças de comportamentos de consumidores e indústrias quando o assunto é a busca da sustentabilidade. Sabe de cor e salteado as regras que levam empresas a conquistar certificações que transformam produtos e plantas industriais capazes de receber os desejados selos verdes de responsabilidade ambiental. Mas se o bate-papo se alongar e contar com passeio pelas instalações da companhia, a ficha cairá: Paulo Fernandez já não fala de um futuro distante. Na verdade, trafega em realidade necessária para que as companhias mantenham a competitividade daqui em diante.

Em setembro do ano passado, foi iniciada a operação da nova unidade de negócios dos Zeppinis com a Energia Z, para trazer ao Brasil tecnologia europeia de placas fotovoltaicas capazes de gerar energia elétrica para abastecer residências, edifícios comerciais e indústrias. As placas de transformação de luz solar em eletricidade representam novidade no País, a ponto de ainda serem confundidas com as estruturas de aquecimento de água já presentes nos telhados de prédios e casas em todo o território nacional.

“A tecnologia das placas fotovoltaicas é importada da Alemanha, país que é referência na geração de energia limpa. O Brasil começa a experimentar esta modalidade que servirá para diminuição do
uso de estruturas hidrelétricas, termoelétricas e nucleares. Não se pretende a substituição de uma ou outra fonte. O que se propõe é a complementaridade e redução de impactos ambientais” – explica o diretor-executivo Paulo Rogério Fernandez.

A impressão de que o executivo não pisa em terreno surreal desaparece quando começam a surgir os exemplos da aplicação das placas. “Já estamos com projetos em andamento. Um deles é emblemático em edifício comercial de grande porte que utilizou as placas para abastecer apenas os elevadores. Não foi preciso montar estrutura para atender ao prédio inteiro, pois perceberam que os elevadores eram pontos críticos do alto consumo. Depois de finalizado o trabalho, a iniciativa ganhou embalagem para reforçar a imagem que pode atrair novos negócios” – revela Paulo Fernandez.

O nome do edifício, Amazonas, já dá o aviso de que o gigante de concreto não pretende impactar o meio ambiente. Os elevadores seguiram a linha e são chamados de células Vitória Régia. “A equipe da Energia Z atua lado a lado com as equipes de marketing de quem escolhe fonte limpa para aproveitar ao máximo o retorno institucional” – argumenta Paulo Fernandez, que fala com propriedade de quem acompanhou pesquisas feitas pelo grupo e que apresentam consumidores mais preocupados. “Oitenta por cento dos entrevistados preferem empresas e produtos verdes” – completa.

A planta do Grupo Zeppini serve como showroom da Energia Z. Lá estão ainda três unidades de negócios – Fundição Estrela, Zeppini e Motor Z – e a fábrica recebeu trato com a nova tecnologia de captação energética. De setembro a janeiro, foram gerados 10 megawatts, o suficiente para abastecer neste mesmo período 12 residências com quatro moradores.

Motor 110 v ou 220 v? – A Energia Z ainda é a caçula do Grupo Zeppini, mas não está sozinha na busca de mercado que visa atender a mudança compor-tamental das novas gerações de consumidores. Em 2007, o grupo foi responsável pela primeira partida numa moto elétrica no Brasil com a montagem das scooters pela Motor Z. De lá pra cá, já se tornaram sensações em conces-sionárias duas rodas espalhadas pelo território nacional. São três modelos que diferem de acordo com a potência, que vai de 800 watts até 1,5 mil watts. Em média a velocidade final é de 50 Km/h e a autonomia chega a 40 quilômetros. “Já temos mercado crescente entre as motos para passeio ou para demandas internas de transporte rápido em indústrias e condomínios” – exemplifica Paulo Fernandez. As scooters são carregadas na tomada por tempo que varia entre duas e oito horas.

A Energia Z e a Motor Z formam dupla dinâmica que fecha o ciclo da respeitabilidade ambiental na concepção de um veículo elétrico, objeto de desejo das grandes do setor automotivo. Com as placas fotovoltaicas, a Energia Z montou o Eletroposto para carregar as baterias das scooters. A estrutura ocupa pequeno espaço na entrada da sede do grupo em São Bernardo e virou ambiente de análises constantes de empresários que querem viabilizar o modelo além das fronteiras do Grande ABC.

Esta mesma dupla que passou a integrar o Grupo Zeppini na última década serviu até mesmo para rejuvenescer a balzaquiana – tem 59 anos – Fundição Estrela e a Zeppini, com 25 anos de atuação no mercado de fornecimento de estruturas para postos de gasolina. “O projeto das placas, o Eletroposto e a linha de produção das scooters modernizaram a imagem geral do grupo. O reflexo foi imediato nos nossos clientes. Sentimos na pele as estatísticas de que o consumidor e os clientes preferem o mercado verde” – acentua o diretor-executivo.

A Fundição Estrela trabalha com metais não ferrosos e atende indústrias mecânica, de máquinas agrícolas e química, entre outras. A Zeppini é a líder no segmento de desenvolvimento, manufatura e comercialização de equipamentos para postos de gasolina com 70% do mercado nacional e atuação global em 60 países.

GRUPO ZEPPINI

FUNDIÇÃO ESTRELA

Especializada na fundição de bronze, latão, alumínio, zamack e suas ligas. Fundada em 1950, atende indústrias mecânica, de maquinas agrícolas, alimentícia, de conexões e química.

ZEPPINI

Empresa de desenvolvimento, manufatura e comercialização de equipamentos para postos de gasolina. Também oferece treinamento para instalação e manutenção das estruturas como reservatórios e flanges de vedação.

MOTOR Z

Iniciou atividades em 2007 com a montagem de scooters elétricas. Oferece ao mercado três modelos: SS800, S1000 e V 1500.

ENERGIA Z

Unidade mais nova do grupo, iniciou atividades em setembro de 2008 com a comercialização e projetos de instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia elétrica para residências, edifícios comerciais e indústrias. Também sedia projeto piloto do Eletroposto.

DIÁRIO DO GRANDE ABC: SÃO BERNARDO ADERE À ENERGIA SOLAR.

Publicado por admin em 20 Jul 2008 | sob: Informação

O Grupo Zeppini insere São Bernardo no segmento de energias renováveis. Investe US$ 1 milhão em um projeto de energia fotovoltaica, a conversão direta da energia solar em energia elétrica - um sistema de geração que não agride o meio ambiente.

A empresa inaugura oficialmente na segunda quinzena de agosto, em suas instalações em São Bernardo, duas estações geradoras de energia elétrica a partir da captação da luz solar.

Para o diretor-executivo do Grupo Zeppini, Paulo Rogério Fernandez, “o meio ambiente será em breve o maior produto de consumo de luxo”. Ou seja, “o luxo associado à percepção de bem-estar”. Esse conceito, que se traduz por qualidade de vida, engloba fontes de energia limpa, que contruibuem para combater o aquecimento global do planeta.

Os dois painéis solares instalados na sede do grupo, que já estão em funcionamento e têm capacidade de gerar, segundo Fernandez, o equivalente ao consumo de dez casas com quatro pessoas cada. Um deles é destinado ao abastecimento de veículos elétricos, como os scooters que a Motor-Z, uma das empresas do Grupo Zeppini, produz.

Por meio da Energia Z, divisão de negócios do grupo criada no ano passado para trabalhar com a tecnologia fotovoltaica, o Grupo Zeppini pretende oferecer ao mercado coletores solares. Fernandez afirma que a companhia pretende se posicionar na área tecnológica e participar da produção de painéis. “Conforme os sinais do mercado, iniciaremos o processo de manufatura”.

O executivo admite que esse mercado é incipiente no Brasil. “O problema é que atualmente não há demanda.” Mas ele não vê o investimento como uma aposta. “Não se trata de jogo. Investimos numa convicção.”

A empresa acredita que a responsabilidade ambiental vá crescer acompanhada da necessidade de desenvolvimento econômico e do barateamento de custos.

Ele cita aplicações em regiões afastadas, onde o custo de instalação da rede de distribuição elétrica é alto. “Há 4 milhões de brasileiros vivendo em áreas isoladas. A água de poços no Nordeste é salobra. Então, é preciso bombeá-la e dessanilizá-la, e isso pode ser feito com energia solar.”

A energia fotovoltaica, no entanto, nem sempre é economicamente viável. No âmbito urbano, onde a infra-estrutura elétrica já está instalada, o investidor se sente naturalmente inibido para aplicar em uma solução energética sem demanda. “Mas é preciso dar o pontapé inicial. Daqui a dez anos vai ser comum ver coletores solares e minicentrais geradoras”, acredita Fernandez.

O planejamento do grupo não prevê incentivos governamentais. “O governo deveria incentivar (a preservação do meio ambiente) por meio da informação, estimulando o cidadão (a conscientizar-se), e não por meio de financiamentos”, conclui Fernandez.

Brasil ainda não despertou para consciência ambiental

Ao contrário da Energia Z, divisão de negócios do Grupo Zeppini dedicada à tecnologia da energia limpa, a Eletra já encontrou seu mercado. A empresa fabrica em São Bernardo ônibus com tração elétrica - trólebus (rede aérea), híbridos e elétricos puros (baterias). Mas o filão não está no Brasil. A sustentabilidade está mais consagrada no Exterior, e a produção tem maior demanda no mercado internacional.

“Não temos avançado tanto no País quanto lá fora”, relata a gerente comercial da Eletra, Iêda Maria Alves de Oliveira. Segundo ela, o Brasil caminha na contramão no âmbito da preocupação ambiental. “Por aqui tiraram muitas linhas de trólebus, mas a tendência no mundo é o contrário.” A empresa vendeu 60 trólebus para a Nova Zelândia, que entram em operação neste ano, e negocia com Cidade do México e Guadalajara.

Segundo Iêda, a tecnologia embarcada nos veículos que produz encarece os preços. “O controle do carro elétrico é todo eletrônico”. O veículo híbrido tem preço 50% superior ao do movido a diesel e o trólebus, 40%. Porém, vida útil dos elétricos, de 30 anos, é quatro vezes maior que a do veículo a diesel.

A compra de ônibus com tração elétrica requer ‘fôlego’, já que se trata de um investimento cujo retorno é a longo prazo. E o ganho ambiental é mensurado pela melhora da qualidade de vida da população.

Mauro Fernando
Diário do Grande ABC
20/07/08

Fundição Estrela na mídia

Publicado por admin em 02 Jul 2008 | sob: Informação

A Fundição Estrela aparece em matéria publicada na Revista IPESI - Metal Mecânica, sobre peças usadas em motocicletas, que buscam sua padronização para obterem certificados internacionais de qualidade.

O case de exportação da Fundição Estrela é citado com destaque, pela produção de uma peça utilizada no sistema de troca automática de marcha das bicicletas. A Breezer Bikes é uma empresa de destaque nos Estados Unidos, por oferecer produtos diferenciados ao consumidor.

Confira matéria na íntegra

Conheça também a Breezer Bikes: http://www.breezerbikes.com

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Arraiá do Grupo Zeppini anima colaboradores e familiares

Publicado por admin em 30 Jun 2008 | sob: Informação

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O grupo Zeppini realizou no último sábado, dia 28 de junho, sua tradicional festa junina. O evento aconteceu no sitio Estância Eldorado, em Diadema/SP e contou com a presença de todos os funcionários das empresas do Grupo Zeppini e também dos membros de sua diretoria.

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A festa teve o intuito de reunir funcionários e seus familiares em um ambiente descontraído, longe das pressões do dia-a-dia, possibilitando assim, maior integração entre todos.

Omar Cardoso de Melo, motorista da Zeppini, disse ter gostado muito da festa e que é importante esse tipo de ação, para unir os funcionários. “É um jeito de descontrair. A gente pode trazer a família para passar um dia agradável com todos”, afirmou Omar que trouxe os filhos e também seu neto.

Edson Fernando Lino, também funcionário do Grupo Zeppini, acredita que festas como essas, são oportunidades ótimas para conversar, sem as responsabilidades do trabalho, com as pessoas que estão com você durante a semana toda. “A festa foi muito bem organizada e a participação das famílias é muito importante para essa reunião”, disse Edson.

Durante a festa foram realizadas rodadas de bingo. Os funcionários receberam suas cartelas logo na chegada ao evento e puderam assim, participar e concorrer aos prêmios oferecidos pela empresa.

Participando pela segunda vez de uma festa, Douglas Posenato, funcionário da Motor Z, acha a festa importante para todos fazerem mais amizades. “Tudo isso é importante para unir os funcionários”, afirmou Douglas que trouxe a esposa e seu filho.

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João Batista e Djalma Pereira de Oliveira, funcionários da Fundição Estrela, afirmaram ter gostado muito da festa. Eles também acreditam que essa seja uma maneira muito boa de integração de todos os que trabalham nas empresas do Grupo Zeppini.

Edilécio Gomes Vilela, funcionário da Zeppini, e ganhador de uma moto cub 110 no sorteio realizado na festa de fim de ano, também agradeceu a possibilidade de participar novamente de um evento com toda a sua família. Edilécio, que tem 26 anos, elogiou também a moto que ganhou no sorteio “ela é muito boa, anda muito bem e economiza muito combustível”, disse.

Responsabilidade Social

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Além de toda a festa realizada para os funcionários, a questão social não foi deixada de lado. Foi pedido aos convidados que trouxessem alimentos não perecíveis que seriam destinados à doação.

O Grupo Zeppini convidou a “Sociedade Beneficente Gotas de Amor” para participar do evento. Toda a arrecadação feita no dia da festa foi doada à instituição.

Gisele Aparecida Colombo, representante da “Gotas de Amor”, disse que a festa foi muito boa. “Em nossa instituição, a gente trabalha contando com esse tipo de doação. È muito importante para nós esse tipo de ação, afirmou Gisele muito satisfeita com o resultado das doações.

Fundição Estrela é destaque na revista Metal Mecânica

Publicado por admin em 26 Jun 2008 | sob: Informação

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Paulo Rogério Fernandez, Diretor Executivo da Fundição Estrela, concedeu entrevista à revista Metal Mecânica. Foram abordados temáticas como a questão da microfusão e também o mercado de fundição no Brasil.

Confira a entrevista na íntegra

Fundição Estrela inicia projeto com estudantes dos níveis técnico e superior

Publicado por admin em 09 Jun 2008 | sob: Informação

A Fundição Estrela, empresa do Grupo Zeppini, inicia em junho o projeto “Em busca do conhecimento”. A iniciativa tem o objetivo de aproximar estudantes de cursos técnicos e superiores, para conhecer o ambiente de uma empresa de fundição. Ao longo do ano de 2008 centenas de alunos serão beneficiados pelo projeto pioneiro na companhia. Durante as palestras, os alunos recebem informações sobre o mercado de trabalho no setor industrial, dados sobre o mercado de siderurgia e fundição, além de conhecer as principais áreas da empresa numa visita monitorada pelos responsáveis de cada departamento.

A primeira visita ocorreu no dia 03 de junho e contou com a presença de 44 alunos do Senai de Limeira/SP. Os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer todos os setores da FE e de aprender sobre o processo e as técnicas de fundição. Esta foi a primeira de uma série de ações que fazem parte do projeto “Em busca do conhecimento”, que cria perspectivas positivas para esses jovens alunos que em breve irão ingressar no mercado de trabalho.

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“Receber estudantes interessados em aprender sobre o processo de fundição em nossas instalações é muito gratificante. Essa idéia é muito importante e acredito que isso possa auxiliar esses jovens talentos a encontrar um direcionamento na sua vida profissional”, afirma Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo do Grupo Zeppini. As atividades da primeira visita começaram com uma palestra ministrada pelo executivo. Os alunos também receberam as boas vindas de Celso Zeppini, diretor Industrial da Fundição Estrela, e também de Patrick Bareti, jovem profissional da área de vendas, egresso do sistema Senai de ensino. Após a palestra, os alunos se dirigiram às áreas administrativa e industrial, onde viram de perto o processo de fabricação de algumas peças fundidas e usinadas com modernos processos de coquilha, shell moulding, areia e a moderna técnica de micro fusão aplicada a metais não ferrosos.

As próximas visitas já estão programadas pela Fundição Estrela, que recebeu centenas de fichas de inscrições de alunos, durante a realização da Feira Internacional da Mecânica, em maio, onde o projeto foi oficialmente lançado.

FE é destaque na revista Metais e Fundição Brasil

Publicado por admin em 06 Jun 2008 | sob: Informação

A Fundição Estrela foi destaque na edição de maio da revista Metais e Fundição Brasil. Confira abaixo a matéria publicada.

“A Feira da Mecânica nos surpreende ano a ano”

Publicado por admin em 05 Jun 2008 | sob: Informação

paulo cortada - paulo cortada

Confira entrevista com Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo do Grupo Zeppini, que participou pela sexta vez da Feira Internacional da Mecânica em São Paulo.

Blog FE: Paulo, como você avalia a performance da Fundição Estrela durante a Feira da Mecânica?

Paulo Rogério: Foi muito positiva a experiência de divulgação institucional neste evento. O sucesso de público mostra que o mercado está aquecido e que vivemos um bom momento econômico. O resultou superou nossas expectativas

BFE: a Fundição Estrela participa pela sexta vez desse grande evento. O que mudou desde a primeira participação da companhia?

PR: Particularmente, comecei a participar da Feira Mecânica em 1998. A cada edição que passa o público é maior. Nós apostamos nesse grande evento pois ele atrai profissionais do setor de aquisição, das áreas de engenharia e desenvolvimento, que podem naquele momento nem estar em busca de uma empresa do ramo de fundição, entretanto utilizam tais serviços em suas empresas e acabam ali identificando uma alternativa para suas atividades. Por isso a Feira da Mecânica é muito positiva.

BFE: A Fundição Estrela está procurando oferecer produtos e serviços com alto valor agregado. Explique melhor esse conceito.

PR: A tendência no mercado é a redução da cadeia de abastecimento. Notamos isso em nossos clientes há cerca de oito anos. Por exemplo: era comum o cliente mandar fundir uma peça, que em seguida era enviada a uma segunda empresa para tratamento térmico, depois para outra ainda para usinagem, em alguns casos polimento, pintura e por ai a fora, numa imensa cadeia de produção que demanda uma grande força em termos logísticos. É muito complicado administrar todo esse processo. Por isso, nós oferecemos uma solução completa aos nossos clientes, horizonte que já enxergávamos há oito e que se faz cada vez mais presente no mercado. Estávamos caminhando na direção certa. Hoje a Fundição Estrela oferece soluções integrais aos seus clientes que pode iniciar desde o auxílio no projeto até a entrega de subconjuntos ou mesmo produtos completos.

BFE: O que esse novo posicionamento mudou na pauta de negócios da FE?

PR: Abrimos uma nova pauta de negócios internacionais, pois um cliente que antes dependia de uma operação onerosa feita em vários países, no mínimo iniciando em um determinado país e concluindo no de sua residência Pode agora contar com uma solução já mais elaborada. Recebendo seu componente ou mesmo produto mais avançado na cadeia de produção reduzindo assim seus esforços internos na logística de realização.

BFE: As empresas brasileiras caminham na mesma direção?

PR: Sem duvida, e isso por conta da complicada logística que é necessária para se trabalhar no Brasil. Nossa infra-estrutura é em algumas vezes desfavorável, lenta além da estrutura interna necessária para gerir toda essa cadeia de realização. A solução para isso passa por soluções “prontas” eliminando a necessidade de envolver diversos fornecedores de montagem, fundição, qualidade, transporte etc. Essa não é mais uma tendência trata-se de uma realidade no Brasil, no mundo todo.

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BFE: A FE anunciou a entrada no mercado de Micro Fusão. Como a empresa está pronta para atender estes novos clientes?

PR: As empresas nos reportaram uma grande demanda pela fundição obtida pelo processo de micro fusão, ou ainda como também é chamado “fundição de precisão”. Por isso investimos para responder às expectativas dos nossos clientes, que antes precisavam recorrer a essa tecnologia oferecida por um número reduzido de empresas ou mesmo fora do Brasil. Estamos assim, através desta tecnologia abrindo novas possibilidades aos nossos clientes. Inclusive a de migração entre processos. O elemento diferencial neste caso é que a FE oferece também a possibilidade de obter por meio deste processo, componentes em Metais Não-Ferrosos, o que é, neste momento, uma exclusividade de nossa empresa.

BFE: Como responder a demanda de cada cliente, que tem necessidades diferentes?

PR: Cada cliente tem sua história e sua necessidade. Nós estamos prontos para ouvi-la. Alguns clientes chegam até a nossa sede com um projeto desenhado sobre uma folha de papel, ou uma amostra. Nós, por meio de nossa Engenharia, em suporte aos nossos clientes, adequamos esse projeto a cada necessidade diferente. Também oferecemos vários outros serviços associados e customizados para cada um deles.

BFE: A Fundição Estrela também se aproximou do público estudante na Feira da Mecânica e inclusive já recebeu um grupo de alunos do SENAI. O que significa esse novo passo da empresa?

PR: O interesse dos estudantes por conhecer o mercado de trabalho é fantástico e fascinante para nós. Se fez presente durante a feira e recebemos novos contatos todos os dias. O projeto “Em busca do Conhecimento” é um diálogo com esses estudantes que em breve estarão no mercado de trabalho. Assim oferecemos uma troca de experiências que é valiosa para nós e seu resultado é imensurável.

Alunos do SENAI de Limeira visitam Fundição Estrela

Publicado por admin em 03 Jun 2008 | sob: Informação

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A Fundição Estrela, empresa do Grupo Zeppini, organizou no dia 03 de junho, uma visita acompanhada com os alunos do SENAI de Limeira às instalações da fábrica. Esta é a primeira de uma série de visitas monitoradas, que serão feitas com estudantes de cursos técnicos e universidades.

As atividades começaram com uma palestra ministrada por Paulo Rogério Fernandez, Diretor de Executivo do Grupo Zeppini, e depois prosseguiram com visitas a todas as áreas da empresa como a administração e também a fábrica. A exposição do executivo abordou questões desde o incentivo à carreira de jovens alunos até questões mais técnicas referentes ao funcionamento Fundição Estrela. A visita teve o acompanhamento de toda a diretoria técnica da companhia e de Celso Zeppini, Diretor Industrial do Grupo Zeppini, que deu boas vindas aos estudantes.

Patrick Bareti, que atua na área de vendas da Fundição Estrela, também estudou numa escola da rede Senai, em Santo André, e comentou a importância do evento para os jovens talentos: “os alunos têm oportunidade de conhecer o mercado de trabalho, as empresas e também alguns profissionais que passaram por escolas técnicas”, conta o jovem que tem apenas 23 anos.

Estudantes elogiam projeto da Fundição Estrela

Iniciativas que aproximam jovens estudantes do ambiente de trabalho como uma fábrica, são fundamentais para o desenvolvimento pessoal e profissional desses alunos. “É uma ótima iniciativa do Grupo Zeppini. Todos os que tiveram a oportunidade de participar gostaram da experiência”, afirmou a professora do SENAI Andréia Leite, que acompanhava o grupo.

O aluno Kaique Gomes disse que a visita lhe deu a oportunidade de conhecer sobre fundição, assunto que até então desconhecia. Afirmou também que ações como essa, criam boas perspectivas aos jovens alunos como ele. A também estudante Silmara Marinho, gostaria de trabalhar em uma empresa de pequeno porte porque assim teria maior chance de crescimento. “Gosto da área de usinagem e da fabricação de peças “, admite a jovem.

Outro estudante que elogiou a iniciativa foi Marcelo Silva Campos, que gostou de conhecer de perto a realidade de uma fábrica: “ver como as peças são fabricadas é muito interessante. Na visita gostei também da área de administração”, conta.

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