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segmento automotivo está em alta. Demanda por aço e auto-peças beneficiam setores de fundição e siderúrgicas

A Indústria brasileira interrompe o ciclo de demissões, iniciado em outubro de 2008, e já começa a contratar. Esse é o resultado de uma pesquisa da FGV, divulgada esta semana no jornal O Estado de S.Paulo.

Quase um quarto (23,2%)das 1.115 indústrias consultadas pela Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV em julho pretende ampliar as contratações até setembro, enquanto 15,3% delas planejam demitir.
O segmento que parece mais aquecido é o automotivo. Ao longo do primeiro semestre, os trabalhadores temporários que haviam sido demitidos, durante a fase mais aguda da crise, já foram recontratados. Em julho, foram abertos 300 postos de trabalho, conforme dados da Anfavea. Além disso, a partir do mês passado, foram anunciadas perto de 2 mil vagas nas montadoras. Os novos contratados devem assumir os postos de trabalho no início de setembro.

Assim como na indústria automobilística, há contratações significativas nas siderúrgicas, nas fábricas de eletrodomésticos e até na indústria calçadista. Em razão da reversão no quadro, é consenso entre empresários, sindicalistas e economistas que a fase de demissões em massa ficou para trás. Com os estoques ajustados e o mercado doméstico aquecido, as indústrias se preparam para a temporada de contratações.

Quase um quarto (23,2%)das 1.115 indústrias consultadas pela Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV em julho pretende ampliar as contratações até setembro, enquanto 15,3% delas planejam demitir.

A alta demanda da indústria é reflexo do consumo e da confiançao do brasileiro em relação ao seu emprego e sobre a economia do país. Com consumo aquecido de bens duráveis, como eletrodomésticos, automóveis e equipamentos da indústria, o setor de siderurgia e fundição também volta a se recuperar da crise.

com informações do jornal O Estado de S.Paulo e FGV