Abril 2009
Arquivo Mensal
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Publicado por admin em 17 Abr 2009 | sob: Informação
Para desenvolver o mercado de energia solar, uma empresa paulista cria uma estação de abastecimento para veículos elétricos.
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Publicado por admin em 14 Abr 2009 | sob: Sem Categoria
No primeiro trimestre de 2009, a indústria brasileira começou a dar sinais de recuperação, depois da queda generalizada em dezembro do ano passado, seguido de janeiro e fevereiro com quedas acentuadas. O crescimento está concentrado na produção de alimentos e no mercado automobilístico, que teve a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e também outros incentivos.
No mês de março, o pior da crise começa a ficar para trás. Pelo menos é o que indicam as pesquisas da FGV. Os setores automobilístico, de móveis, alimentos, têxtil, vestuário e calçados, celulose, papel e papelão e produtos de matérias plásticas saíram do negativo, em comparação com o mês de dezembro de 2008, examina Jorge Ferreira Braga, responsável pela área técnica da Sondagem da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
No mês anterior, foram vendidos 16,9% veículos a mais no país, em comparação com 2008. Depois de dois meses de queda, a indústria de motos, apresentou uma pequena recuperação, com 126.295 unidades a mais que o mês anterior. Com a redução do IPI também para os veículos de duas rodas, novas linhas de crédito, juros mais baixos e novidades no mercado, o segmento de motocicletas deve voltar a crescer com vigor, após o abalo da crise financeira mundial. Até março, a queda das vendas superou 58%, de acordo com a Abraciclo.
Entre dezembro e fevereiro, o setor de celulose, papel e papelão teve uma queda de 10% na comparação com os mesmos meses do ano passado. Os alimentos, são um caso à parte e ficaram acima da média dos últimos 14 anos.. “Trata-se de um item que é imune à crise porque não depende de crédito para ser comprado”, diz Braga da FVG.
Já os setores de metalurgia, indústria química, mecânica, de minerais não metálicos, material elétrico e de comunicação, entre outros tiveram em março o nível de demanda mundial bem abaixo da média dos últimos 14 anos. Ainda assim, analistas concordam que a tendência é de recuperação, já além do segmento industrial puxado pelos automóveis e eletroeletrônico está voltando a vender.
Na indústria siderúrgica, a fabricação de aço bruto em fevereiro obteve um crescimento de 3,2% comparado com janeiro. Mas, mesmo assim a recuperação ainda é mínima, portanto, ainda há um grande espaço para recuperação, o que deve começar a acontecer somente no início do segundo semestre.
Publicado por admin em 02 Abr 2009 | sob: Sem Categoria
Confira no site o Balanço do Consumo de Alúminio em 2008, segundo InvestNews
O consumo doméstico de produtos transformados do metal apresentou crescimento pelo quinto ano consecutivo e encerrou 2008 com 1,02 milhão de toneladas, crescimento de 11,4% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Mesmo com a significativa desaceleração no último trimestre do ano, os principais setores da indústria registraram um bom desempenho. Os que mais se destacaram foram chapas e lâminas, com crescimento de 11,3%; fundição, com 12,3%; extrusão com 7,9%; e fios e cabos com crescimento de 34,5%. Responsável por cerca de 30% do consumo total de alumínio, o segmento de embalagens, que é abastecido por chapas e folhas, apresentou crescimento de 7,3% sobre o ano de 2007. Segundo maior consumidor de produtos de alumínio, principalmente fundidos e extrudados, o segmento de transportes apresentou crescimento de 10,8% no ano. Os investimentos em linhas de transmissão garantiram ao segmento de eletricidade um aumento de 31,3% em 2008. Confirmando o bom desempenho, o segmento de construção civil, que demanda, principalmente, extrudados e chapas, apresentou crescimento de 9,6%. ‘O mercado interno garantiu o forte consumo de produtos de alumínio até o terceiro trimestre do ano, quando a crise atingiu a todos os setores produtivos. Assim mesmo, a indústria superou 1 milhão de toneladas de consumo do metal, um novo recorde, consolidando um crescimento médio de 9% nos últimos cinco anos.’, diz o presidente da Abal, Luis Carlos Loureiro Filho.