Outubro 2008
Arquivo Mensal
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Publicado por admin em 30 Out 2008 | sob: Sem Categoria
No Brasil, apenas 1,5 da frota brasileira (que tem em média 10 anos de fabricação) que deixa de circular, tem como destino os centros de reciclagem. O índice ainda é muito baixo e mostra o enorme potencial desse mercado para empresas de beneficiamento, tratamento, reciclagem e fundição de metais.
Nos EUA e na Europa, 95% dos automóveis que saem de circulação têm suas mais de 50 mil peças recicladas integralmente. O grande problema no Brasil, segundo os empresários, é a falta de estrutura para recolher os automóveis aposentados.
Confira na íntegra a matéria veiculada no dia 16 de outubro no jornal O Estado de S.Paulo
Cresce a reciclagem de sucata de carros
Um automóvel pode ter de 30 a 50 mil peças, das quais 75% são de ligas metálicas. Na Europa e nos EUA, a reciclagem chega a 95% do número de carros fabricados. ” No Brasil não existe legislação específica que responsabilize a montadora pelo recolhimento do veículo, e os que chegam para reciclagem geralmente estão no limite da sua vida útil”, afirma Marcos Sampaio da Fonseca, representante do Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não-Ferrosa do Estado de São Paulo ( Sindinesfa).
Segundo ele, em torno de 1,5% da frota brasileira que é aposentada tem como destino a reciclagem – em média, carros com mais de 20 anos de uso. ” O veículo que chega para a reciclagem já passou por tudo, como perda total em acidentes e desmanche. Mas já temos tecnologia de ponta para reciclagem, só falta crescermos em volumes”, diz Fonseca, que participa de uma feira de negócios sobre o assunto, a Exposucata, que começou ontem, em São Paulo.
A empresa RFR de Guarulhos ( SP), há 22 anos no ramo e especializada na recuperação de matais como ferro e aço, é uma das que tem apostado no crescimento deste mercado. A empresa de 250 funcionários processa 40 mil toneladas/mês de sucata, certca de 5% da oferta nacional, que inclui carros e eletrodomésticos no fim da sua vida útil, além dos resíduos do processo produtivo de montadoras como Mercedes-Benz e Volvo.
A empresa possui um grande triturador, conhecido como Schreder, com capacidade para triturar de 50 a 60 veículos por hora. ” Eles são colocados inteiros no triturador e depois os materiais são separados”, explica Márcia Monteiro, diretora-administrativa e sócia da RFR. Os carros mais antigos, a maioria dos que chegam ao triturador, possuem mais aço na composição, enquanto os mais novos têm composição mais heterogênea – alumínio, plástico e metais não-ferroso também podem ser recuperados. ” O volume de materiais reciclados poderia ser ainda maior. Temos capacidade instalada, mas falta recolher mais veículos ao fim da vida útil”, diz Márcia.
A siderúrgica Gerdau é uma das que tem recuperado sucata de aço – no mundo todo, a companhia recicla 18 milhões de toneladas de metais por ano. A unidade da empresa no Sul utiliza cerca de 200 mil tonelads de material reciclável por mês.
As empreas que trabalham na recuperação de vidros automotivos também estão buscando mais matérias-primas. É o caso da Autoglass, empresa de instalação e manutenção de vidros para automóveis, que criou um sistema de logística reversa para recolher pára-brisas e vidros laterais e traseiros danificados e destiná-los à reciclagem. Assim, o mesmo caminhão que entrega o vidro na revenda traz de volta o material em pedaços. Já são recuperadas 30 toneladas por mês.
” Fizemos um levantamento que revelou que, de um total de 1,5 milhão de pára-brisas quebrados no Brasil anualmente, apenas 5% são reciclados” explica Fernando Chieppe Carreira, diretor-comercial da Atuoglass. ” Estamos tendo renovação da frota de veículos, mas precisamos recuperar os vidros antigos.’ Anualmente, são fabricados no País 21 milhões de vidros laterais e traseiros. Carreira explica que mais de 1,6 milhão de peças quebradas não são recicláveis em sua totalidade
Publicado por admin em 29 Out 2008 | sob: Sem Categoria
Com informações da Gazeta Mercantil
Após a paralisação temporária de algumas montadoras que operam suas fábricas no país, o setor de extração de minérios já sofre com os primeiros impactos da crise. É o que mostra a matéria do jornal Gazeta Mercantil, do último dia 28 de outubro.
A matéria comenta que com a diminuição da demanda nas fábricas, 62 siderúrgicas já deram férias coletivas aos seus funcionários em outubro. Com isso o preço do ferro-gusa já caiu pela metade no mercado internacional. Ao ponto positivo da crise, pode ser somente um ganho com as exportações, já que o dólar subiu de R$ 1,70 para a média de R$ 2,20 na última semana.
Confira na íntegra a matéria da Gazeta Mercantil
Produtores de ferro-gusa dão férias coletivas
A solução encontrada pela usina foi a mesma da grande maioria das 62 siderúrgicas produtoras de ferro-gusa em Minas, colocar o pessoal de férias. No caso da empresa, um terço dos seus 380 funcionários estão em casa. Caso a crise persista serão colocados em férias os 400 empregados rurais que plantam eucalipto. O dirigente admite que essa iniciativa é o passo que antecede às demissões, mas argumenta que além de perder a totalidade das vendas, os estoques tiveram o valo reduzido à metade, pois desde que a crise começou, o preço do ferro-gusa caiu no mercado de US$ 750 por tonelada para US$ 350 e ainda assim não há negócios, por falta de compradores. O custo de produção, segundo informou, ultrapassa a US$ 600 dólares por tonelada.
O ferro-gusa é o primeiro passo no processo industrial para a produção de aço. O produto é formado pela combinação, em um alto-forno, de partes iguais do carvão vegetal ou mineral com o minério de ferro. Daí para frente, o produto passa por laminações até chegar ao aço. As siderúrgicas americanas preferem comprar o ferro-gusa brasileiro para evitar a enorme poluição que seria produzi-lo em seu país com carvão mineral. O carvão brasileiro é vegetal, extraído de eucalipto, que é menos poluente.
O ferro-gusa representa um dos mais importantes segmentos produtivos da economia mineira, já que o Estado detém a produção do minério e do carvão. O Estado abastece o mercado interno com 2,5 milhões de toneladas por ano e exporta outras 3,2 milhões. AS empresas mineiras tinham a expectativa de produzir 6 milhões de toneladas em 2008, das quais a metade iria para o exterior. A produção mineira representa 60% da produção nacional, sendo que o restante fica com Carajás, no Pará. Segundo a Secretaria Estadual da Fazenda, a atividade arrecada quase R$ 300 milhões por ano em ICMS.
Há dois tipos de ferro-gusa, o de fundição é usado, sobretudo pelas indústrias de autopeças em forjados; o de aciaria é utilizado exclusivamente na produção de aço e é integralmente exportado para os EUA e Ásia. O presidente do Sindicato da Indústria do Ferro ( Sindifer-MG), o ex-ministro das Minas e Energia, Paulino Cícero, confirma a crise mas esclarece que o mercado interno ainda está preservado. A entidade ainda não recebeu informação oficial do número de funcionários colocados em férias coletivas.
Fonte: Gazeta Mercantil
Publicado por admin em 28 Out 2008 | sob: Sem Categoria
Nota publicada no site Invest News sobre a reutilização de resíduos industriais feita pela Fundição estrela.
Resíduos
A Fundição Estrela criou um programa para reaproveitamento de 90% de todo o material gerado pela produção por empresas do grupo ou por terceiros. A Fundição processa 1,4 milhão de toneladas/ano de metais não ferrosos e gera 20% disso em resíduos.
Publicado por admin em 28 Out 2008 | sob: Sem Categoria
Fundição Estrela reutiliza 90% dos resíduos industriais
Projeto de preservação ambiental do Grupo Zeppini reaproveita até 280 mil toneladas de minérios por ano
A Fundição Estrela, empresa cinqüentenária do Grupo Zeppini que atua no setor metalúrgico de fundição de não-ferrosos, lança um projeto de reaproveitamento de resíduos industriais, como forma de preservar o meio ambiente. Com o novo programa, 90% de todo o material gerado com a produção, é reutilizado pela indústria, em empresas do próprio grupo e também terceiros.
A Fundição estrela, que fica em São Bernardo do Campo, às margens da Rodovia dos Imigrantes, processa 1.400.000/ano de toneladas de metais não ferrosos, o que gera um volume de resíduos equivalente a cerca de 20% desse valor de produção, 280 mil toneladas de minérios como cobre, zamack, alumínio, latão e ligas especiais. O excedente; rebarbas, pedaços de metais, moldes e outros utensílios que antes eram descartados, agora são separados e redirecionados, de modo a evitar o descarte e o desperdício de energia. Boa parte dos resíduos é destinada para a venda a outras empresas, que realizam trabalho que tratamento e reaproveitamento das peças em empresas do setor metalúrgico.
A água, usada no processo industrial, também é reaproveitada num sistema de tratamento de efluentes, desenvolvido pela própria área de engenharia da Zeppini, empresa do grupo que é líder no setor de equipamentos para postos de serviço. A água residual é tratada e reutilizada no maquinário e nas instalações da Fundição Estrela, diminuindo consideravelmente o desperdício dos recursos hídricos. Todos os processos de reaproveitamento de resíduos é monitorado por indicadores de desempenho ambiental.
Matéria publicada no site Pingado.
Visite o site da Fundição Estrela: www.fundicaoestrela.com.br
Publicado por admin em 10 Out 2008 | sob: Sem Categoria
A revista Livre Mercado, veiculada no Grande ABC, publicou matéria sobre as ações do Grupo Zeppini em sua última edição. Foram abordadas questões relacionadas às scooters eletrônicas da empresa e à Energia Z, nova divisão de negócios da Zeppini.
Confira matéria na íntegra:
Publicado por admin em 02 Out 2008 | sob: Sem Categoria
A Energia Z, nova divisão de negócios da Zeppini, foi inaugurada oficialmente na manhã de hoje, dia 25 de setembro de 2008. A nova área atua no setor de energia sustentável, na comercialização de projetos de geração de energia solar para uso imediato em instalações residenciais, comerciais e industriais.
O evento ocorreu na sede do Grupo Zeppini em São Bernardo do Campo. Os executivos da companhia receberam jornalistas de diversos veículos do setor de energia que estiveram presentes e puderam conhecer todas as dependências da empresa e as instalações dos painéis fotovoltaicos. Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini, iniciou a apresentação falando sobre as atividades das empresas Fundição Estrela, Zeppini e Motor Z. A palestra também abordou, de maneira mais especifica, a Energia Z e todos os seus projetos, etapas e objetivos. No final, os presentes puderam esclarecer suas dúvidas sobre o projeto, sua viabilidade, custos para aplicação da energia solar e também os detalhes das instalações do próprio edifício da Fundição Estrela, onde funciona a primeira estação de captação.
Além disso, os jornalistas visitaram o local onde os painéis fotovoltaicos estão instalados e também o eletro-posto, que abastece, também com energia armazenada diretamente do sol, os scooters
eletrônicos fabricados pela Motor Z.
Grupo Zeppini investe em energia solar
- “Energia Z” é a nova divisão do grupo, que irá comercializar módulos de energia solar para residências, empresas e indústrias;
- Tecnologia conta com painéis fotovoltaicos “thin film” (filme fino), tecnologia mais apropriada para países de clima quente e situações de instabilidade;
O Grupo Zeppini, inaugura hoje, 25 de setembro, sua mais nova divisão de negócios, a Energia Z, que irá comercializar soluções em geração de energia solar para residências, condomínios e empresas em todo o Brasil. A nova empresa investiu inicialmente R$ 1 milhão em pesquisa e teve o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em cooperação com a área de engenharia do Grupo Zeppini.
O grande diferencial da Energia Z é a aplicação prática das estações solares fotovoltaicas, como fonte geradora de energia limpa para o auto consumo de residências, edifícios comerciais ou mesmo indústrias.
Na mesma ocasião, os executivos do grupo inauguram, com a presença de autoridades e da imprensa, sua própria estação de energia solar em um dos edifícios do Grupo, num espaço de 620m2 de cobertura. Os painéis instalados são capazes de gerar 20kw/h, suficientes para atender as demandas de energia para uso imediato.
“Apostamos na diversificação da matriz energética, que, no caso do Brasil, tem um grande potencial ainda inexplorado. Vamos focar nesse nicho de mercado onde existe a necessidade de um projeto de geração de energia a partir de uma fonte limpa, viável e de fácil instalação”, aposta Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo do Grupo Zeppini.
Os painéis fotovoltaicos têm instalação rápida, isentos de manutenção e garantia mínima de 20 anos, além de um custo acessível. Para instalar corretamente rodo os componentes necessários para a geração de energia solar, a Energia Z já dispõe de técnicos especializados, que farão estudos sobre a incidência dos raios solares e também da viabilidade técnica do local onde a estação será instalada.
O grupo Zeppini espera em três anos estruturar uma unidade de negócios para atender com eficiência e rapidez os mercados nacionais e internacionais. “Queremos consolidar a fabricação dos painéis fotovoltaicos no Brasil, em substituição aos produtos importados, bem como estimular e apoiar a estruturação de uma cadeia de distribuição de produtos, uma rede de integradores, proporcinar capacitação da mão de obra especializada e estimular os fornecedores de equipamentos secundários, para sustentar o crescimento desse novo mercado”, aposta o executivo.
Eletro-posto é projeto pioneiro
O Grupo Zeppini também inaugura no dia 25 de setembro, o Eletro-posto, projeto pioneiro da companhia em parceria com a Motor Z, empresa que fabrica e comercializa scooters elétricas desde março de 2007.
O Eletro-posto será usado para fazer a primeira recarga das scooters Motor Z que saem da linha de montagem da empresa em São Bernardo do Campo, rumo a um dos 56 concessionários da marca distribuídos em 13 estados do Brasil.
“Este projeto reforça a nossa posição de pioneirismo, pois lançamos a primeira linha de veículo elétrico em escala comercial no mercado e aliamos a Motor Z à nossa nova empresa do setor de energia, que, assim como uma scooter elétrica, é totalmente sustentável e ecologicamente correta. Esperamos com essa iniciativa inspirar muitas outras aplicações”, comenta o executivo.
Tecnologia dos painéis fotovoltaicos
A captação de energia solar usa a tecnologia dos painéis fotovoltaicos “thin film” ou filme fino, que, ligados em série, captam a energia do sol e a convertem diretamente em eletricidade. Os painéis de silício criam uma diferença de potencial elétrico por ação da luz, de quem absorvem a energia posteriormente convertida em eletricidade, e a fazem fluir entre duas camadas com cargas opostas.
Os painéis são construídos com silício cristalino e arsenito de gálio, produzidos para usos fotovoltaicos e também aplicados na indústria da microeletrônica.
Diferente dos coletores solares, aplicados no aquecimento de água, os painéis fotovoltaicos destinam-se exclusivamente na geração de eletricidade - com a vantagem de gerar a energia no local onde será consumida, com extrema facilidade de integração e livre de manutenção.
Visite www.energiaz.com.br