Juro zero para compra de máquinas

Publicado por admin em 30 Jun 2009 | sob: Sem Categoria

sidergia - sidergia

Na onda das boas notícias para empresas do setor produtivo, o governo anunciou, como parte do incentivo de redução e corte do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), um pacote de benefícios para empresas que desejam investir e comprar máquinas.

Além de estender a desoneração tributária de produtos como veículos novos, a equipe econômica decidiu reduzir o custo de financiamento para diversos segmentos da indústria, em especial o de bens de capital. Em alguns casos, como a compra e a exportação de máquinas e equipamentos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cobrará 4,5% ao ano, o que representa praticamente juro real zero.

O pacote de medidas serve para impulsionar a economia e acelerar a retomada do crescimento a partir do segundo semestre deste ano e deve chegar desde a alimentação até itens de alto valor agregado como automóveis, motocicletas e construção civil.

Preços em alta reanimam siderúrgicas

Publicado por admin em 25 Jun 2009 | sob: Sem Categoria

altoforno - altoforno

A recuperação do preço dos metais nas siderúrgicas contaminou de forma positiva os empresários do segmento, desde as grandes empresas, até as companhias de menor porte.

Benjamin Baptista, presidente-executivo da ArcelorMittal Tubarão, que fabrica aços planos, avalia que a demanda vai aumentar lentamente, enquanto o preço retornará a níveis saudáveis, informou a empresa em notícia veiculada no jornal Valor Econômico. Baptista espera que a partir de julho os dois altos-fornos maiores, que hoje operam com 20% de ociosidade, voltem a 100% da capacidade. A expectativa é fechar o ano com uma produção de 5 milhões de toneladas de aço.

A Gerdau também anunciou nesta semana que irá reativar o alto forno que funciona em Minas Gerais. O alto-forno, que entrou em processo de manutenção antecipada em dezembro e tinha previsão inicial de retomada da operação em abril, voltará a operar de forma gradual até o completo reaquecimento do mercado.

com informações do site da Abifa e Valor Online

China registra recorde de importação de metais no mês de abril

Publicado por admin em 27 Mai 2009 | sob: Sem Categoria

Iron - Iron

No mês de abril, a China registrou um aumento nas importações de cobre e de alumínio. O cobre refinado importado avançou 7%, o que corresponde a mais que o dobro do mesmo mês do ano passado. Segundo dados da Alfândega do país, as importações de alumínio primário dispararam para 362.400 toneladas, o que significa um volume quatro vezes maior que a de março.

Os investimentos da China cresceram 30,5% nos últimos quatro meses, comparado ao mesmo período de 2008, sendo que o governo chinês empregou dinheiro na construção de ferrovias, casas populares e oleodutos. No dia 22 de maio, o analista da trading Yatong Metals (Shenzhen) Co Ruan Yinan, afirmou que “as importações de ambos os metais devem ter alcançado seu pico em abril. A compra de cobre estrangeiro se tornou quase geradora de prejuízo, e as margens de lucro do alumínio também caíram.”

O crescimento da importação de metais, de países como o Brasil, Índia, Chile e do continente Africano, mostra a recuperação da indústria chinesa, com seu grande potencial de produção de manufaturados como eletrônicos e automóveis.

Consumo de metais começa a melhorar em todo o mundo

Publicado por admin em 05 Mai 2009 | sob: Sem Categoria

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Sinais apontam para uma melhora no consumo de metais e insumos em todo o mundo, com grande força em países como China e Brasil. De acordo com matérias publicadas na última semana nos jornais A Gazeta Mercantil e DCI, o mercado interno deu bons sinais de recuperação em abril. No período, o consumo de aço por parte de indústrias foi 1,2 milhão de toneladas, alta de 24,5% em relação ao mês de março, que já apresentou sensível recuperação.

Para o vice-presidente executivo do IBS, Marco Polo de Mello Lopes, o mercado já sinaliza uma perspectiva gradativa de melhoria ” apesar do tombo grande com base na comparação com 2008, que até outubro foi um ano excelente para o setor siderúrgico”. De acordo com o material publicado os segmentos de tecnologia, eletroeletrônicos, construção e automóveis são os que mais compraram metais no mercado interno e externo, e ajudaram a melhorar os números do segmento. Além do Brasil, China e países do Leste Europeu sentem recuperação nas vendas de metais.

Para agilizar a recuperação do mercado, empresários brasileiros procuraram novas parcerias, como no caso do ferro-gusa. Após algumas viagens à China em busca de novos compradores, um grupo de empresários chineses mostraram interesse em comprar o metal do Brasil e embora nenhum grande negócio tenha sido fechado, há perspectivas positivas para a exportação.

* com informações dos jornais Gazeta Mercantil e DCI.

NÃO PARECE, MAS ISSO É UM POSTO DE COMBUSTÍVEL.

Publicado por admin em 17 Abr 2009 | sob: Informação

Eletroposto. Revista IstoÉ Dinheiro - Eletroposto. Revista IstoÉ Dinheiro

Para desenvolver o mercado de energia solar, uma empresa paulista cria uma estação de abastecimento para veículos elétricos.

LEIA EM ISTOÉ DINHEIRO.

Crise fica para trás no mês de março

Publicado por admin em 14 Abr 2009 | sob: Sem Categoria

No primeiro trimestre de 2009, a indústria brasileira começou a dar sinais de recuperação, depois da queda generalizada em dezembro do ano passado, seguido de janeiro e fevereiro com quedas acentuadas. O crescimento está concentrado na produção de alimentos e no mercado automobilístico, que teve a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e também outros incentivos.

No mês de março, o pior da crise começa a ficar para trás. Pelo menos é o que indicam as pesquisas da FGV. Os setores automobilístico, de móveis, alimentos, têxtil, vestuário e calçados, celulose, papel e papelão e produtos de matérias plásticas saíram do negativo, em comparação com o mês de dezembro de 2008, examina Jorge Ferreira Braga, responsável pela área técnica da Sondagem da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No mês anterior, foram vendidos 16,9% veículos a mais no país, em comparação com 2008. Depois de dois meses de queda, a indústria de motos, apresentou uma pequena recuperação, com 126.295 unidades a mais que o mês anterior. Com a redução do IPI também para os veículos de duas rodas, novas linhas de crédito, juros mais baixos e novidades no mercado, o segmento de motocicletas deve voltar a crescer com vigor, após o abalo da crise financeira mundial. Até março, a queda das vendas superou 58%, de acordo com a Abraciclo.

Entre dezembro e fevereiro, o setor de celulose, papel e papelão teve uma queda de 10% na comparação com os mesmos meses do ano passado. Os alimentos, são um caso à parte e ficaram acima da média dos últimos 14 anos.. “Trata-se de um item que é imune à crise porque não depende de crédito para ser comprado”, diz Braga da FVG.

Já os setores de metalurgia, indústria química, mecânica, de minerais não metálicos, material elétrico e de comunicação, entre outros tiveram em março o nível de demanda mundial bem abaixo da média dos últimos 14 anos. Ainda assim, analistas concordam que a tendência é de recuperação, já além do segmento industrial puxado pelos automóveis e eletroeletrônico está voltando a vender.

Na indústria siderúrgica, a fabricação de aço bruto em fevereiro obteve um crescimento de 3,2% comparado com janeiro. Mas, mesmo assim a recuperação ainda é mínima, portanto, ainda há um grande espaço para recuperação, o que deve começar a acontecer somente no início do segundo semestre.

METALURGIA: Consumo de alumínio bate recorde em 2008

Publicado por admin em 02 Abr 2009 | sob: Sem Categoria

Confira no site o Balanço do Consumo de Alúminio em 2008, segundo InvestNews

O consumo doméstico de produtos transformados do metal apresentou crescimento pelo quinto ano consecutivo e encerrou 2008 com 1,02 milhão de toneladas, crescimento de 11,4% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Mesmo com a significativa desaceleração no último trimestre do ano, os principais setores da indústria registraram um bom desempenho. Os que mais se destacaram foram chapas e lâminas, com crescimento de 11,3%; fundição, com 12,3%; extrusão com 7,9%; e fios e cabos com crescimento de 34,5%. Responsável por cerca de 30% do consumo total de alumínio, o segmento de embalagens, que é abastecido por chapas e folhas, apresentou crescimento de 7,3% sobre o ano de 2007. Segundo maior consumidor de produtos de alumínio, principalmente fundidos e extrudados, o segmento de transportes apresentou crescimento de 10,8% no ano. Os investimentos em linhas de transmissão garantiram ao segmento de eletricidade um aumento de 31,3% em 2008. Confirmando o bom desempenho, o segmento de construção civil, que demanda, principalmente, extrudados e chapas, apresentou crescimento de 9,6%. ‘O mercado interno garantiu o forte consumo de produtos de alumínio até o terceiro trimestre do ano, quando a crise atingiu a todos os setores produtivos. Assim mesmo, a indústria superou 1 milhão de toneladas de consumo do metal, um novo recorde, consolidando um crescimento médio de 9% nos últimos cinco anos.’, diz o presidente da Abal, Luis Carlos Loureiro Filho.

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Grupo Zeppini - Futuro mais do que presente

Publicado por admin em 10 Mar 2009 | sob: Informação

Companhia importa tecnologia de geração de energia e entra forte no mercado verde

Fernando Bella
Revista Livre Mercado

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Conversar com o diretor-executivo do Grupo Zeppini de São Bernardo, Paulo Rogério Fernandez, pode levar desavisados a interpretar suas idéias como as de um visionário. Ele fala de forma convincente das mudanças de comportamentos de consumidores e indústrias quando o assunto é a busca da sustentabilidade. Sabe de cor e salteado as regras que levam empresas a conquistar certificações que transformam produtos e plantas industriais capazes de receber os desejados selos verdes de responsabilidade ambiental. Mas se o bate-papo se alongar e contar com passeio pelas instalações da companhia, a ficha cairá: Paulo Fernandez já não fala de um futuro distante. Na verdade, trafega em realidade necessária para que as companhias mantenham a competitividade daqui em diante.

Em setembro do ano passado, foi iniciada a operação da nova unidade de negócios dos Zeppinis com a Energia Z, para trazer ao Brasil tecnologia europeia de placas fotovoltaicas capazes de gerar energia elétrica para abastecer residências, edifícios comerciais e indústrias. As placas de transformação de luz solar em eletricidade representam novidade no País, a ponto de ainda serem confundidas com as estruturas de aquecimento de água já presentes nos telhados de prédios e casas em todo o território nacional.

“A tecnologia das placas fotovoltaicas é importada da Alemanha, país que é referência na geração de energia limpa. O Brasil começa a experimentar esta modalidade que servirá para diminuição do
uso de estruturas hidrelétricas, termoelétricas e nucleares. Não se pretende a substituição de uma ou outra fonte. O que se propõe é a complementaridade e redução de impactos ambientais” – explica o diretor-executivo Paulo Rogério Fernandez.

A impressão de que o executivo não pisa em terreno surreal desaparece quando começam a surgir os exemplos da aplicação das placas. “Já estamos com projetos em andamento. Um deles é emblemático em edifício comercial de grande porte que utilizou as placas para abastecer apenas os elevadores. Não foi preciso montar estrutura para atender ao prédio inteiro, pois perceberam que os elevadores eram pontos críticos do alto consumo. Depois de finalizado o trabalho, a iniciativa ganhou embalagem para reforçar a imagem que pode atrair novos negócios” – revela Paulo Fernandez.

O nome do edifício, Amazonas, já dá o aviso de que o gigante de concreto não pretende impactar o meio ambiente. Os elevadores seguiram a linha e são chamados de células Vitória Régia. “A equipe da Energia Z atua lado a lado com as equipes de marketing de quem escolhe fonte limpa para aproveitar ao máximo o retorno institucional” – argumenta Paulo Fernandez, que fala com propriedade de quem acompanhou pesquisas feitas pelo grupo e que apresentam consumidores mais preocupados. “Oitenta por cento dos entrevistados preferem empresas e produtos verdes” – completa.

A planta do Grupo Zeppini serve como showroom da Energia Z. Lá estão ainda três unidades de negócios – Fundição Estrela, Zeppini e Motor Z – e a fábrica recebeu trato com a nova tecnologia de captação energética. De setembro a janeiro, foram gerados 10 megawatts, o suficiente para abastecer neste mesmo período 12 residências com quatro moradores.

Motor 110 v ou 220 v? – A Energia Z ainda é a caçula do Grupo Zeppini, mas não está sozinha na busca de mercado que visa atender a mudança compor-tamental das novas gerações de consumidores. Em 2007, o grupo foi responsável pela primeira partida numa moto elétrica no Brasil com a montagem das scooters pela Motor Z. De lá pra cá, já se tornaram sensações em conces-sionárias duas rodas espalhadas pelo território nacional. São três modelos que diferem de acordo com a potência, que vai de 800 watts até 1,5 mil watts. Em média a velocidade final é de 50 Km/h e a autonomia chega a 40 quilômetros. “Já temos mercado crescente entre as motos para passeio ou para demandas internas de transporte rápido em indústrias e condomínios” – exemplifica Paulo Fernandez. As scooters são carregadas na tomada por tempo que varia entre duas e oito horas.

A Energia Z e a Motor Z formam dupla dinâmica que fecha o ciclo da respeitabilidade ambiental na concepção de um veículo elétrico, objeto de desejo das grandes do setor automotivo. Com as placas fotovoltaicas, a Energia Z montou o Eletroposto para carregar as baterias das scooters. A estrutura ocupa pequeno espaço na entrada da sede do grupo em São Bernardo e virou ambiente de análises constantes de empresários que querem viabilizar o modelo além das fronteiras do Grande ABC.

Esta mesma dupla que passou a integrar o Grupo Zeppini na última década serviu até mesmo para rejuvenescer a balzaquiana – tem 59 anos – Fundição Estrela e a Zeppini, com 25 anos de atuação no mercado de fornecimento de estruturas para postos de gasolina. “O projeto das placas, o Eletroposto e a linha de produção das scooters modernizaram a imagem geral do grupo. O reflexo foi imediato nos nossos clientes. Sentimos na pele as estatísticas de que o consumidor e os clientes preferem o mercado verde” – acentua o diretor-executivo.

A Fundição Estrela trabalha com metais não ferrosos e atende indústrias mecânica, de máquinas agrícolas e química, entre outras. A Zeppini é a líder no segmento de desenvolvimento, manufatura e comercialização de equipamentos para postos de gasolina com 70% do mercado nacional e atuação global em 60 países.

GRUPO ZEPPINI

FUNDIÇÃO ESTRELA

Especializada na fundição de bronze, latão, alumínio, zamack e suas ligas. Fundada em 1950, atende indústrias mecânica, de maquinas agrícolas, alimentícia, de conexões e química.

ZEPPINI

Empresa de desenvolvimento, manufatura e comercialização de equipamentos para postos de gasolina. Também oferece treinamento para instalação e manutenção das estruturas como reservatórios e flanges de vedação.

MOTOR Z

Iniciou atividades em 2007 com a montagem de scooters elétricas. Oferece ao mercado três modelos: SS800, S1000 e V 1500.

ENERGIA Z

Unidade mais nova do grupo, iniciou atividades em setembro de 2008 com a comercialização e projetos de instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia elétrica para residências, edifícios comerciais e indústrias. Também sedia projeto piloto do Eletroposto.

Queda do preço faz setor de alumínio reverter estratégia

Publicado por admin em 04 Mar 2009 | sob: Sem Categoria

As mudanças no setor de metalurgia e siderurgia vivida após os momentos de crise, fizeram empresas e profissionais reverem toda a sua cadeia de produção. A intenção, é acomodar demanda e oferta, com manutenção dos negócios e alinhamento com fornecedores e parceiros. Confira a nota que foi veiculada no site da Abifa, nesta semana:

Após a líder em laminados e reciclagem de latas de lumínio Novelis anunciar que deixará de produzir hidrato e alumina em Ouro Preto (MG), a partir de 11 de maio, e da líder mundial na produção e transformação do alumínio Alcoa também ter informado ao mercado que colocou à venda a sua unidade de produtos laminados que possui em Itapissuma (PE), diminuindo assim seu portfólio de atividades, o setor passa agora por um momento de redefinição de suas estratégias.

Visite o site da Abifa: http://www.abifa.com.br

Vale, Usiminas e Gerdau lucram, sem entusiasmar investidor

Publicado por admin em 27 Fev 2009 | sob: Sem Categoria

A matéria abaixo aborda a situação de algumas companhias do setor de metalurgia e siderurgia no Brasil. Três grandes empresas do segmento apresentaram, apesar do momento de crise vivido pela economia mundial, crescimento em suas atividades. Confira a matéria na íntegra publicada no jornal DCI no dia 20 de fevereiro:

SÃO PAULO - Os resultados de três grandes companhias do setor de metalurgia e siderurgia brasileira foram divulgados ontem. Mesmo assim, os investidores da Bovespa não mostraram muita empolgação. A Gerdau apresentou lucro líquido de R$ 4,9 bilhões em 2008, sendo R$ 311 milhões só do quarto trimestre. A Usiminas obteve ganho de R$ 3,2 bilhões no ano passado, com lucro de R$ 837 milhões no último trimestre. O resultado que mais surpreendeu foi o da Vale do Rio Doce, que, apesar das adversidades, encerrou o quarto trimestre de 2008 com lucro líquido de R$ 10,4 bilhões.

No comparativo, o lucro líquido da Usiminas em 2008 subiu apenas 2% em relação ao ano anterior, quando a companhia havia lucrado R$ 3,1 bilhões. O lucro da Gerdau cresceu 14,9% no ano passado, saindo de R$ 4,9 bilhões para R$ 4,3 bilhões, porém, na comparação trimestral, do 4º trimestre do ano passado para o 4º de 2007, o lucro líquido despencou 67%. No ano, o resultado da Vale foi um lucro de R$ 21,2 bilhões. Não foi possível fazer o comparativo com o ano anterior pois a divulgação foi feita na nova lei contábil 11.638/07.

As previsões do Banco Fator para os resultados da Gerdau saiu em um relatório dizendo que “projetamos receita líquida no quarto trimestre de 2008 de R$ 8,5 bilhões e prejuízo líquido de R$ 235,8 milhões, contra lucro de R$ 970 milhões no mesmo período do ano anterior”, afirma o relatório. Para a Usiminas a instituição só fez uma previsão de crescimento na margem Ebitda de 33,7% no último trimestre do ano passado. “Os custos foram mais afetados pelo alto preço do carvão e menor diluição dos custos fixos. Estes números devem ter seu efeito cheio no resultado da Usiminas”, afirmou o documento.

As ações ordinárias (com direito a voto) da Gerdau apresentaram desvalorização de 3,65% no pregão de ontem, enquanto as ações preferenciais encerraram o dia com queda de 2,10%. As ações ON da Usiminas tiveram elevação de 0,19%, já as PN caíram 0,14%. O mercado ficou com receio sobre os resultados da Vale do Rio Doce, e tanto as PNA quanto as ordinárias encerraram com leve alta, de 0,60% e 0,63% respectivamente.

O relatório faz projeções também para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em que dizia que “o lucro do período foi novamente impactado pela operação de total-return swap, que resultou em despesas (sem efeito caixa) de R$ 350 milhões. Este impacto, somado ao da variação cambial sobre a dívida, resultou em lucro de R$ 22 milhões. Não consideramos, entretanto, provável ganho de capital proveniente da conclusão do negócio da Namisa. Esta operação foi fechada em 30/12/08 e aumentou o caixa da CSN em US$ 3,1 bilhões”, disse.

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